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Fundamentalismo é um movimento que busca nos ideais religiosos a base para a organização da vida social e política. O fundamentalismo islâmico é uma facção do islamismo em que se acredita que poder reviver o mundo islâmico só será possível pela volta aos costumes tradicionais e à prática religiosa do Antigo Islã, dando ênfase à interpretação literal do Corão.

Os fundamentalistas são radicais em seus princípios: proíbem o contato com outras culturas, impõem o cerceamento total das liberdades individuais, a submissão total da mulher, entre outras coisas. Esse radicalismo deu origem ao fundamentalismo terrorista, fruto da deturpação de princípios de uma crença autêntica.

Esse movimento surgiu no Egito em 1928 e lutava contra o domínio inglês. Os primeiros atentados terroristas foram contra Israel, mas também contra nações europeias e contra os Estados Unidos, principal base de apoio dos judeus na questão palestina. Para esses grupos, lutar contra aqueles que negam Alá e a palavra de Maomé, seu profeta, é uma Guerra Santa.

Com esse tipo de objetivo e comandados por um saudita radical islâmico, Osama bin Laden, surgiu a organização Al Qaeda, grupo extremista que usa da violência para impor a fé islâmica e combater os não seguidores. Estabeleceu-se no Afeganistão desde que o fundamentalismo do Taliban, outro grupo radical, havia dominado o país.

A estrutura da Al-Qaeda é composta essencialmente por muçulmanos e árabes e segue o ideário ditado por organizações islamitas fundamentalistas.
A estrutura da Al-Qaeda é composta essencialmente por muçulmanos e árabes e segue o ideário ditado por organizações islamitas fundamentalistas.
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