Atentados contra os EUA pelo Grupo Al Qaeda

World Trade Center (os dois maiores edifícios dos EUA), Nova York, em 11 de setembro de 2001; com mais de 2 mil vítimas fatais.

Ataque ao World Trade Center.
Ataque ao World Trade Center.

Pentágono, Washington, em 11 de setembro de 2001; com mais de 120 vítimas fatais.

Ataque ao Pentágono.
Ataque ao Pentágono.
A Idade Contemporânea

A Invasão ao Afeganistão

Após vários meses de negociação frustrada para os governantes afegãos entregassem Osama bin Laden, os EUA, apoiados por países da União Europeia e legitimados por organismos internacionais, invadiram o Afeganistão em 7 de outubro de 2001, que estava com seu território e economia castigados por uma guerra civil de mais de duas décadas. Embora sem conseguir eliminar os líderes da Al Qaeda, posições Taliban foram tomadas e reduzidas, forçando a fuga de sua cúpula. Sob a articulação internacional, uma nova coalizão política foi formada a fim de conduzir o arrasado Afeganistão, para dar início à recuperação econômica e social, enquanto que as forças do exército americano e de seus aliados mantêm o controle de áreas para impedir o crescimento de resistência ao novo governo.

A Guerra dos EUA x Iraque

O trauma causado pelos ataques de 11 de setembro, que revelou a vulnerabilidade dos americanos, fez com que os EUA procurassem seus inimigos onde quer que eles estivessem. No fim do ano de 2002, o presidente americano George W. Bush, apoiado incondicionalmente pela Inglaterra, comunicou ao mundo sua disposição de atacar o Iraque, país governado pelo ditador Saddam Hussein. Este, nos anos 90, protagonizou com o ex-presidente americano George Bush, pai do George W. Bush, uma guerra em que se defendia a soberania do território do Kwait, país invadido inicialmente por forças iraquianas.

O motivo alegado por Bush para esta guerra é de que estado iraquiano produzia e mantinha em seu território armas de destruição em massa e o alvo preferencial seriam os Estados Unidos e seus aliados.

A prisão de Saddam ocorre quase nove meses após as tropas da coalizão lideradas pelos EUA terem iniciado a ofensiva contra o Iraque, em 20 de março.

Saddam que governou o Iraque desde 1979, foi achado e retirado de um buraco localizado numa área rural de Al-Daour a poucos quilômetros de Tikrit, cidade onde ele nasceu. O esconderijo esta coberto por lixo e tijolos e com pouca ventilação.

Poucas horas depois da captura, o Exército americano divulgou uma gravação mostrando Saddam sendo submetido a exames médicos e coleta de material para testes de DNA – que mais tarde se revelaram positivos.

As circunstâncias em que Saddam foi preso – escondido num buraco, como um bicho – reforçou as suspeitas de alguns analistas militares de que ele tinha pouco ou nenhum controle operacional sobre os ataques diários contra as posições americanas e de forças aliadas.

Em 5 de novembro de 2006, ele foi condenado por acusações relacionadas ao assassinato de 148 xiitas iraquianos em 1982 e foi condenado à morte por enforcamento. A execução de Saddam Hussein foi realizada em 30 de dezembro de 2006.

Passados alguns meses, a população iraquiana foi levada às urnas para que escolhessem figuras políticas incumbidas de criar uma nova constituição para o país. Passadas as apurações uma nova carta foi criada para o país e o curdo Jalal Talabani foi escolhido como presidente do país. Em um primeiro momento, tais episódios indicariam o restabelecimento da soberania política do país e o fim do processo de ocupação das tropas norte-americanas.

No entanto, o cenário político iraquiano esteve longe de uma estabilização. Os grupos políticos internos, sobretudo dominados por facções xiitas e sunitas, se enfrentam em vários conflitos civis. Ao longo desses anos de ocupação, os Estados Unidos vem empreendendo uma batalha que não parece ter fim, pois as ações terroristas contra suas tropas continuam ocorrendo. Em 2008, com o fim da era George W. Bush existe uma grande expectativa sobre o fim da presença militar dos EUA no Iraque.

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