Os primeiros padres jesuítas que vieram ao Brasil foram trazidos pelo governador-geral da colônia, Tomé de Souza.

Portugal era um país católico e, portanto, transformou a sua colônia num reduto católico era algo que fazia parte do processo colonizador.

Os jesuítas eram incumbidos de algumas tarefas principalmente em relação aos índios, tais como a catequese, o ensino da língua portuguesa, as operações de aritmética e noções de agricultura que os índios conheciam de modo rudimentar. Quanto à população colonial não-indígena, os jesuítas, além de suas atividades religiosas (rezar missas, realizar batismos e casamentos, organizar quermesses e procissões), exerciam a função de educadores. Podemos dizer que os padres jesuítas foram os primeiros professores do Brasil.

Apesar de muitos padres católicos terem participado de alguns conflitos contra autoridades do governo português e de algumas rebeliões coloniais, é correto afirmar que, de modo sutil, a Igreja Católica foi o “braço direito” da dominação portuguesa no Brasil. Na verdade a Igreja atuou como elemento de aculturação do índio ao evangelizá-lo e ao incutir valores e crenças em qualquer pessoa não-católica da colônia. E, essa atuação, diga-se de passagem, estendia-se também aos escravos negros africanos.

As missões tiveram papel importante na catequese e aculturamento dos índios.
As missões tiveram papel importante na catequese e aculturamento dos índios.
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